domingo, 25 de janeiro de 2009
UM CÂNTICO COM CECÍLIA
Para mim o melhor livro de Cecília é "Cânticos". Esse é mais um dos poemas feitos em conjunto por mim e por Cecília, que não está, mas acho que poderia estar em cânticos. Não tem título, assim como todos os poemas do livro
“Adormece o teu corpo com a música da vida”
E acorda a tua alma,
sentindo a vibração
Que, até então, estava perdida.
“Não queira ser tu!”
Teu olho já não é mais o mesmo.
A miséria humana
Que ,antes passava a esmo,
Ressurge, retumba, inflama.
“Vence a miséria de ter medo.”
Olha-te nu no espelho
E entende que és além da miragem,
Além do sonho de ficar velho.
“Esquece-te”,
Tendo as crianças por mestras...
Assim fora dito!
Agora Relembra-te.
Torna-te um mito!
“Adormece o teu corpo com a música da vida”
E acorda a tua alma,
sentindo a vibração
Que, até então, estava perdida.
“Não queira ser tu!”
Teu olho já não é mais o mesmo.
A miséria humana
Que ,antes passava a esmo,
Ressurge, retumba, inflama.
“Vence a miséria de ter medo.”
Olha-te nu no espelho
E entende que és além da miragem,
Além do sonho de ficar velho.
“Esquece-te”,
Tendo as crianças por mestras...
Assim fora dito!
Agora Relembra-te.
Torna-te um mito!
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Noite de chuva
O momento nunca chegará ,
Porque o momento nunca passou.
O relógio não está parado
E o tempo sempre esteve favorável.
Desde a junção dos primeiros átomos
Nunca mais paramos de crescer.
Morrer é conseqüência do clímax!
Acabou?
Ainda assim vale a pena pular a janela e sentir a chuva.
Porque o momento nunca passou.
O relógio não está parado
E o tempo sempre esteve favorável.
Desde a junção dos primeiros átomos
Nunca mais paramos de crescer.
Morrer é conseqüência do clímax!
Acabou?
Ainda assim vale a pena pular a janela e sentir a chuva.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Quem não tem cão, caça com o que não tem!
Hoje eu vi Mamma Mia. Delícia de filme. Caso não tenham companhia para vê-lo, como eu não tive, fodas! Beija a vida!
Eu estava sentado e o filme acabou...
o amor é um vira-lata serelepe
Que Vibra ao me ver
E apesar de temer o abandono
Troca a incerteza da dor,
Pelo carinho do dono.
E o amor serelepe
Que vibrou ao me ver
Não estava ao meu lado
Quando o filme, já acabado
Encheu meus olhos de alegria.
Desde então eu me apaixonei pela vida
Porque o cãozinho,
que pode ser você,
não estava aqui hoje,
quando desliguei a TV.
Eu estava sentado e o filme acabou...
o amor é um vira-lata serelepe
Que Vibra ao me ver
E apesar de temer o abandono
Troca a incerteza da dor,
Pelo carinho do dono.
E o amor serelepe
Que vibrou ao me ver
Não estava ao meu lado
Quando o filme, já acabado
Encheu meus olhos de alegria.
Desde então eu me apaixonei pela vida
Porque o cãozinho,
que pode ser você,
não estava aqui hoje,
quando desliguei a TV.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
ANO NOVO, VIDA NOVA?
Por que tanta preocupação com a virada de ano? Ritos bizarros feitos ao redor do mundo, todos querendo renovar valores, costumes, etc. Fico pensando em renovações de ciclos, uma volta em torno do astro-luz, mas a cada dia que passa, sinto que a explicação é cada vez menos lógica...
ANO NOVO, VIDA NOVA?
Rodou o girassol
E continua apontando para o sol.
Rodamos em torno do que?
Continuamos sendo o que?
Não importa quantos caminhos tomar,
Os caminhos certos
Levam sempre ao mesmo lugar.
De que me bastou tanto pensar?
Tanta filosofia, porquês,
Se minha revolução não tinha destino?
Talvez quando o sol
Da nova revolução brilhar,
Eu imprima rumo novo
No meu caminhar...
Talvez quando o sol
Da nova revolução brilhar
Em torno do mesmo eixo
Eu torne a rodar...
Talvez...
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Filosofia, língua?
Minha mãe sempre fala em usar a filosofia pra entender os porquês do mundo. Mas o motivo desse post é que certa feita um conhecido me disse que falava filosofia. Eu vivo para estudar línguas e alguém me diz que fala filosofia (achei até um pouco arrogante, confesso, mas depois me acostumei com a naturalidade da resposta). Essa idéia me martelou alguns dias.
AOS QUE FALAM FILOSOFIA
Porque transborda da boca,
o sangue que há em teu coração,
É que falas filosofia.
Falas além das palavras,
Porque ouves além das vibrações;
Porque vês mais além.
Mas tudo isso é humano
Simplesmente humano.
E é só mais que o animal...
E é natural!
O Maravilhoso é ensinar
outrem a falar
FILOSOFIA...
Feliz 200(i)nove!!!!!!!!
AOS QUE FALAM FILOSOFIA
Porque transborda da boca,
o sangue que há em teu coração,
É que falas filosofia.
Falas além das palavras,
Porque ouves além das vibrações;
Porque vês mais além.
Mas tudo isso é humano
Simplesmente humano.
E é só mais que o animal...
E é natural!
O Maravilhoso é ensinar
outrem a falar
FILOSOFIA...
Feliz 200(i)nove!!!!!!!!
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
NATAL IDEAL
Minha tentativa de homenagear uma data que eu acho que deveria ser tão mais especial... ( E sim, eu não sou nem um pouquinho devoto da "Dona Igreja catoliquinha"!)
Silêncio e meditação por um dia.
Ânsia de vida chegando ao fim.
E Eu Repenso a dor e a alegria,
Em tudo que sucedeu,
Na vida de quem não morreu,
Repenso nos erros que cometi.
Hoje é outro o presente:
Deixar meu cristo nascer.
Quero ser-me verdadeiramente
E não mais andar a esmo,
Quero ser-me eu mesmo:
Lagarta, do casulo ao renascer!
Saciar meu sentimento,
Nova hóstia tomar!
Não mais aquele alimento,
que tomava em falsidade,
dos parasitas da verdade
de que aprendi a me enojar!
Hoje a vida se inverteu.
Tomou seu formato original
A espada para a terra verteu.
Transformou-se na tua cruz,
Aquela que o menino Jesus
Carrega desde o natal!
Silêncio e meditação por um dia.
Ânsia de vida chegando ao fim.
E Eu Repenso a dor e a alegria,
Em tudo que sucedeu,
Na vida de quem não morreu,
Repenso nos erros que cometi.
Hoje é outro o presente:
Deixar meu cristo nascer.
Quero ser-me verdadeiramente
E não mais andar a esmo,
Quero ser-me eu mesmo:
Lagarta, do casulo ao renascer!
Saciar meu sentimento,
Nova hóstia tomar!
Não mais aquele alimento,
que tomava em falsidade,
dos parasitas da verdade
de que aprendi a me enojar!
Hoje a vida se inverteu.
Tomou seu formato original
A espada para a terra verteu.
Transformou-se na tua cruz,
Aquela que o menino Jesus
Carrega desde o natal!
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Camille plantou, Castro Alves regou.
Há certas contemplações
Que o olhar humano não pode suportar.
Vibrações além das cores;
Mirada além mar.
Há certas contemplações
Que a mão humana não pode conter.
Brisa suave da vida,
Tênue lembrança de viver.
Há certas contemplações
Que os sentidos não podem comportar.
Antes da vida, além da morte:
Existe vácuo para o pensar?
Há certas contemplações
Que a palavra não pode suportar.
O encanto do que não se viu,
Não se consegue falar.
Que o olhar humano não pode suportar.
Vibrações além das cores;
Mirada além mar.
Há certas contemplações
Que a mão humana não pode conter.
Brisa suave da vida,
Tênue lembrança de viver.
Há certas contemplações
Que os sentidos não podem comportar.
Antes da vida, além da morte:
Existe vácuo para o pensar?
Há certas contemplações
Que a palavra não pode suportar.
O encanto do que não se viu,
Não se consegue falar.
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